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Ok. É muito provável que você tenha achado o post anterior patético. Mas agora, você VAI sentir medo. Guarde essas histórias para ler de noite, naqueles dez minutos antes de desligar o computador, ir no escuro até o banheiro e voltar no escuro até o quarto. Sozinho. No silêncio completo. Ou não, se você prestar bastante atenção ao barulho que vem da janela...
A menina ao telefone
Uma garota está sozinha em sua casa. No meio da noite, ela vê algo se mexer através da janela, e fica meio assustada. Ela liga pro 190 e diz que acha que viu algo no jardim, e pergunta se eles não podem mandar alguém pra verificar. O comissário lhe diz que eles não podem mandar alguém só porque ela pensa que viu alguma coisa, e dizem pra ela ligar de novo caso algo aconteça. Ela desliga o telefone. Poucos instantes depois, o telefone toca. É o comissário, dizendo que assim que ela desligou, ele escutou um segundo clique. Na mesma hora, ela escuta passos descendo a escada.
O quarto sem número
Um homem chega a um hotel no meio da estrada, e vai até a recepção pra fazer o check-in. A mulher na recepção lhe dá a chave do quarto e diz que no caminho até ele, há uma porta sem número que está trancada, e é proibido entrar lá dentro. A voz da mulher assume um tom mais urgente quando ela lhe diz pra não espiar dentro do quarto, sob qualquer circunstância. Ele segue suas instruções e vai direto para seu quarto. Na noite seguinte, o homem encontra-se profundamente inquieto e curioso acerca daquela porta sem número. Ele caminha em silêncio até ela e tenta abrir a porta. Está firmemente trancada. Ignorando a advertência da recepcionista, ele abaixa-se e espia pela fechadura. Um ar gelado passa por ali, esfriando seu rosto. O que ele vê é um quarto de hotel como o dele, mergulhado em penumbra, e no canto do quarto uma mulher cuja pele era completamente branca. Ela estava sentada de costas para a porta, junto à parede, com a cabeça encostada nela. Ele olha para a cena por um tempo, e confuso, pensa até em bater na porta. Por fim, decide que é melhor ir embora. Na outra noite, intrigado, ele resolve voltar à porta sem número e olhar novamente pelo buraco da fechadura. Dessa vez, tudo o que ele viu foi vermelho. Ele não conseguia distinguir nada além de uma distinta cor vermelha, imóvel. Talvez os ocupantes do quarto tenham percebido que ele espiava na noite anterior, e tenham coberto o buraco da fechadura com algum objeto. Ele decide consultar a mulher da recepção pra saber mais sobre o quarto. Ela suspira e diz, “Você olhou através da fechadura?” O homem responde que sim, e ela diz “Bem, então é melhor que você saiba de toda a história. Há muito tempo atrás, um homem assassinou sua mulher naquele quarto, e o fantasma dela assombra o lugar. Mas eles não eram pessoas comuns. Eles eram incomumente brancos. Exceto pelos seus olhos, que eram vermelhos.”
A menina e o cachorro
Uma menina fica sozinha em casa, com apenas seu cachorro para protegê-la. Quando a noite se aproxima, ela tranca todas as portas e tenta fechar todas as janelas mas uma delas simplesmente não fecha. Ela decide deixar destrancada e vai pra cama. O cachorro vai pro lugar costumeiro dele, debaixo da cama. No meio da madrugada ela acorda com um som gotejante, vindo do banheiro. A menina está assustada demais pra ir ver o que é, e coloca a mão debaixo da cama. Ela sente uma lambida de conforto do cachorro, e volta a dormir. Ela acorda novamente depois de uns minutos, e o som de algo pingando ainda está lá. Ela volta a colocar a mão debaixo da cama, e o cachorro lambe sua mão novamente. Após um tempo a curiosidade fala mais alto, e ela decide ir ao banheiro. Ela caminha lentamente até o final do corredor, e o som vai ficando mais alto. Ela abre a porta e acende as luzes, e lá encontra uma terrível visão: seu cachorro pendurado pela coleira no gancho da parede, sua garganta cortada pingando sangue no piso branco de cerâmica. Horrorizada, ela se vira pra sair do banheiro, mas algo no espelho chama sua atenção.
Escritas no espelho com o sangue de seu cachorro estão as palavras “humanos também sabem lamber”.
nenhuma história é da minha autoria, são todas lendas urbanas americanas que circulam por acampamentos e correntes de e-mail. eu me arrepiei com cada uma delas. espero que mais alguém também.
A menina ao telefone
Uma garota está sozinha em sua casa. No meio da noite, ela vê algo se mexer através da janela, e fica meio assustada. Ela liga pro 190 e diz que acha que viu algo no jardim, e pergunta se eles não podem mandar alguém pra verificar. O comissário lhe diz que eles não podem mandar alguém só porque ela pensa que viu alguma coisa, e dizem pra ela ligar de novo caso algo aconteça. Ela desliga o telefone. Poucos instantes depois, o telefone toca. É o comissário, dizendo que assim que ela desligou, ele escutou um segundo clique. Na mesma hora, ela escuta passos descendo a escada.
O quarto sem número
Um homem chega a um hotel no meio da estrada, e vai até a recepção pra fazer o check-in. A mulher na recepção lhe dá a chave do quarto e diz que no caminho até ele, há uma porta sem número que está trancada, e é proibido entrar lá dentro. A voz da mulher assume um tom mais urgente quando ela lhe diz pra não espiar dentro do quarto, sob qualquer circunstância. Ele segue suas instruções e vai direto para seu quarto. Na noite seguinte, o homem encontra-se profundamente inquieto e curioso acerca daquela porta sem número. Ele caminha em silêncio até ela e tenta abrir a porta. Está firmemente trancada. Ignorando a advertência da recepcionista, ele abaixa-se e espia pela fechadura. Um ar gelado passa por ali, esfriando seu rosto. O que ele vê é um quarto de hotel como o dele, mergulhado em penumbra, e no canto do quarto uma mulher cuja pele era completamente branca. Ela estava sentada de costas para a porta, junto à parede, com a cabeça encostada nela. Ele olha para a cena por um tempo, e confuso, pensa até em bater na porta. Por fim, decide que é melhor ir embora. Na outra noite, intrigado, ele resolve voltar à porta sem número e olhar novamente pelo buraco da fechadura. Dessa vez, tudo o que ele viu foi vermelho. Ele não conseguia distinguir nada além de uma distinta cor vermelha, imóvel. Talvez os ocupantes do quarto tenham percebido que ele espiava na noite anterior, e tenham coberto o buraco da fechadura com algum objeto. Ele decide consultar a mulher da recepção pra saber mais sobre o quarto. Ela suspira e diz, “Você olhou através da fechadura?” O homem responde que sim, e ela diz “Bem, então é melhor que você saiba de toda a história. Há muito tempo atrás, um homem assassinou sua mulher naquele quarto, e o fantasma dela assombra o lugar. Mas eles não eram pessoas comuns. Eles eram incomumente brancos. Exceto pelos seus olhos, que eram vermelhos.”
A menina e o cachorro
Uma menina fica sozinha em casa, com apenas seu cachorro para protegê-la. Quando a noite se aproxima, ela tranca todas as portas e tenta fechar todas as janelas mas uma delas simplesmente não fecha. Ela decide deixar destrancada e vai pra cama. O cachorro vai pro lugar costumeiro dele, debaixo da cama. No meio da madrugada ela acorda com um som gotejante, vindo do banheiro. A menina está assustada demais pra ir ver o que é, e coloca a mão debaixo da cama. Ela sente uma lambida de conforto do cachorro, e volta a dormir. Ela acorda novamente depois de uns minutos, e o som de algo pingando ainda está lá. Ela volta a colocar a mão debaixo da cama, e o cachorro lambe sua mão novamente. Após um tempo a curiosidade fala mais alto, e ela decide ir ao banheiro. Ela caminha lentamente até o final do corredor, e o som vai ficando mais alto. Ela abre a porta e acende as luzes, e lá encontra uma terrível visão: seu cachorro pendurado pela coleira no gancho da parede, sua garganta cortada pingando sangue no piso branco de cerâmica. Horrorizada, ela se vira pra sair do banheiro, mas algo no espelho chama sua atenção.
Escritas no espelho com o sangue de seu cachorro estão as palavras “humanos também sabem lamber”.
nenhuma história é da minha autoria, são todas lendas urbanas americanas que circulam por acampamentos e correntes de e-mail. eu me arrepiei com cada uma delas. espero que mais alguém também.
Marcadores: medo, muito medo, tenso
Putz meo, é chegada a hora de fazer uma confissão: eu morro de medo de filme com meninas/mulheres cabeludas apodrecidas que vêm pra te matar.
Pra ser mais exato, eu morro de medo do efeito causado em mim por tais filmes. Os principais expoentes dessa categoria são, é claro, O Chamado e O Grito. Fim de semana baixei O Grito 2 e 3, que eu nunca vi, e tô há três dias tentando assistir o 2. Tô vendo parcelado pra diminuir o sofrimento. Todos riem de tais filmes, acham bobo e tosco e malfeito. Até concordo, pelo menos no caso de O Grito, porque pra Samara eu pago um pau. O que fode é que eu sou muito impressionável. Posso assistir o filme dando risada, mas vou levar 2 horas pra conseguir dormir. Porque eu fico imaginando a Kayako subindo pela minha coberta. Fico olhando pra cima do guarda-roupa e imaginando um rosto branco aparecendo ali, no canto do forro. Fecho os olhinhos, pra dormir bem querido, e fico pensando em como seria se eu abrisse eles e a Samara estivesse bem ali na minha frente. É uma pira muito transcendental: eu sinto medo de sentir o medo que eu sentiria caso essas coisas existissem, entende? Enfim. Acho que vou ali ver mais uns quinze minutos, ou no máximo 3 aparições dos defuntos insepultos.
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