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Aaaai ai, nem acredito que tô postando isso aqui, mas se um blog é um lugar pra compartilhar, vamos todos compartilhar umas boas risadas, rindo de mim no caso! Hohoho! Então: acontece que eu sou um moço trabalhador. Acontece também que meu atual "trabalho" [ajudar a mamãe com os pãezinhos pois a gansa quebrou o braço] é profundamente tedioso, chato, complicado, e toma todo o meu tempo, e isso causa dois tipos de reação:

Tem dias que eu venho aqui e posto um texto brabo, uma letra de música triste ou algo nesse sentido sob a tag "emocore".

E tem dias que me dá uma loucura inexplicável, aí faço tudo assobiando, e mais do que isso cantando, e às vezes até dançando, e é um espetáculo que muitos pagariam pra ver! Imaginem uma pessoa socando a massa de pão, enrolando-a em forma de cilindro e besuntando-a em óleo de cozinha, enquanto performatiza as atividades descritas acima. Os vizinhos já viram algumas vezes até, e ficaram assombrados. Aí hoje eu tava nessa loucura, e decidi gravar tudo porque muitas vezes eu atinjo picos artísticos que são únicos e impossíveis de serem repetidos! Lógico que gravei só o áudio, pois caso usem contra mim no futuro eu nego até a morte e digo que não sou eu! Mwahahae! O que seria impossível num vídeo. A gravação rendeu alguns singles curiosos, todos eles com vocais inspirados em Richard Cheese, porque eu ouvi fim de semana no Gu e entrei na pira. Agora preciso de um(a) pianista pra gravar tudo direito, pôr na internete e ficar famoso. Escutaram, Dedy e Amanda e Téssia?

Uma nota: juro que tentei de todos os jeitos colocar um player embutido aqui pra tornar nossa vida mais fácil, e não consegui. Todos os disponíveis online só aceitam .mp3 e eu deixei tudo em .wav, senão distorceria o som e ficaria inescutável. É só clicar em cima que o navegador abre, ou clicar com o direito na imagem pra salvar como. Peço perdão pelas pausas no meio, eram os momentos nos quais eu esquecia a letra. xD Então vamos às versões croonery de alguns dos maiores sucessos da música nacional!

Inri Cristo é o rei! Versão mística e cabarística de Umbrella [super bizarro isso ser uma versão de uma versão]

Dança do bumbum, do saudoso Gerasamba. Quem são esses dois do lado da Scheila Carvalho, mistério: ninguém sabe.

Sou a Barbie Girl, de Kelly Key, uma diva da MTB [música tosca brasileira]

Cachorrinho de Kelly Key remixado com Brilha la Luna das Rouges! Sucesso total em Ibiza

Só as Rouges agora, com Ragatanga. A parte do asedeje é um SHOW à parte já que eu não lembrava de metade desse mantra assassino!

Por Sheila viro água, fogo, terra, ar e coração. [-q viro capitao planeta]

E at last but not least, a revelação: Stefhany! Linda e absoluta! Nessa eu arrisco até um beat box de trompete que eu vi uma mulher fazer no Faustão e copiei. Um arraso

Ok. É muito provável que você tenha achado o post anterior patético. Mas agora, você VAI sentir medo. Guarde essas histórias para ler de noite, naqueles dez minutos antes de desligar o computador, ir no escuro até o banheiro e voltar no escuro até o quarto. Sozinho. No silêncio completo. Ou não, se você prestar bastante atenção ao barulho que vem da janela...



A menina ao telefone
Uma garota está sozinha em sua casa. No meio da noite, ela vê algo se mexer através da janela, e fica meio assustada. Ela liga pro 190 e diz que acha que viu algo no jardim, e pergunta se eles não podem mandar alguém pra verificar. O comissário lhe diz que eles não podem mandar alguém só porque ela pensa que viu alguma coisa, e dizem pra ela ligar de novo caso algo aconteça. Ela desliga o telefone. Poucos instantes depois, o telefone toca. É o comissário, dizendo que assim que ela desligou, ele escutou um segundo clique. Na mesma hora, ela escuta passos descendo a escada.



O quarto sem número
Um homem chega a um hotel no meio da estrada, e vai até a recepção pra fazer o check-in. A mulher na recepção lhe dá a chave do quarto e diz que no caminho até ele, há uma porta sem número que está trancada, e é proibido entrar lá dentro. A voz da mulher assume um tom mais urgente quando ela lhe diz pra não espiar dentro do quarto, sob qualquer circunstância. Ele segue suas instruções e vai direto para seu quarto. Na noite seguinte, o homem encontra-se profundamente inquieto e curioso acerca daquela porta sem número. Ele caminha em silêncio até ela e tenta abrir a porta. Está firmemente trancada. Ignorando a advertência da recepcionista, ele abaixa-se e espia pela fechadura. Um ar gelado passa por ali, esfriando seu rosto. O que ele vê é um quarto de hotel como o dele, mergulhado em penumbra, e no canto do quarto uma mulher cuja pele era completamente branca. Ela estava sentada de costas para a porta, junto à parede, com a cabeça encostada nela. Ele olha para a cena por um tempo, e confuso, pensa até em bater na porta. Por fim, decide que é melhor ir embora. Na outra noite, intrigado, ele resolve voltar à porta sem número e olhar novamente pelo buraco da fechadura. Dessa vez, tudo o que ele viu foi vermelho. Ele não conseguia distinguir nada além de uma distinta cor vermelha, imóvel. Talvez os ocupantes do quarto tenham percebido que ele espiava na noite anterior, e tenham coberto o buraco da fechadura com algum objeto. Ele decide consultar a mulher da recepção pra saber mais sobre o quarto. Ela suspira e diz, “Você olhou através da fechadura?” O homem responde que sim, e ela diz “Bem, então é melhor que você saiba de toda a história. Há muito tempo atrás, um homem assassinou sua mulher naquele quarto, e o fantasma dela assombra o lugar. Mas eles não eram pessoas comuns. Eles eram incomumente brancos. Exceto pelos seus olhos, que eram vermelhos.”



A menina e o cachorro
Uma menina fica sozinha em casa, com apenas seu cachorro para protegê-la. Quando a noite se aproxima, ela tranca todas as portas e tenta fechar todas as janelas mas uma delas simplesmente não fecha. Ela decide deixar destrancada e vai pra cama. O cachorro vai pro lugar costumeiro dele, debaixo da cama. No meio da madrugada ela acorda com um som gotejante, vindo do banheiro. A menina está assustada demais pra ir ver o que é, e coloca a mão debaixo da cama. Ela sente uma lambida de conforto do cachorro, e volta a dormir. Ela acorda novamente depois de uns minutos, e o som de algo pingando ainda está lá. Ela volta a colocar a mão debaixo da cama, e o cachorro lambe sua mão novamente. Após um tempo a curiosidade fala mais alto, e ela decide ir ao banheiro. Ela caminha lentamente até o final do corredor, e o som vai ficando mais alto. Ela abre a porta e acende as luzes, e lá encontra uma terrível visão: seu cachorro pendurado pela coleira no gancho da parede, sua garganta cortada pingando sangue no piso branco de cerâmica. Horrorizada, ela se vira pra sair do banheiro, mas algo no espelho chama sua atenção.
Escritas no espelho com o sangue de seu cachorro estão as palavras “humanos também sabem lamber”.


nenhuma história é da minha autoria, são todas lendas urbanas americanas que circulam por acampamentos e correntes de e-mail. eu me arrepiei com cada uma delas. espero que mais alguém também.