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you see?


E só pra não desperdiçar um post com emuxice, vou encher de bobagens:

Tapa na cara é uma pira dúbia. Entrar em rodas de tapa pra ver quem aguenta mais, já aprendi que é tragédia esperando pra acontecer. Mas slap bets são tão divertidas! Ahohoho! Ontem o @thiarles twittou um site bem engraçado que te ajuda a aliviar a tensão, fornecendo uma mão e um trouxa pra tu estapear até cansar. Não sou haxx0rz do mal, logo não consegui embbedear aqui a parada, então clique aqui se quiser dar uma estapeadinha. Isso me lembrou de um jogo muito bom que eu costumava jogar uns anos atrás, chamado Rose & Camelia. O plot do jogo segue aquele humor totalmente japonês, vou colocar aqui uma tradução livre [do inglês né, porque nihongo ainda não sei falar]:

"Recém-casada com Shunsuke, o primogênito da histórica família Tsubakikoji, Reiko sofre a perda de seu marido logo no dia seguinte. Sob o cruel e incessante escárnio das aristocratas, o sangue plebeu de Reiko começa a ferver. Segurando em seu peito a rosa que Shunsuke lhe deu, Reiko lança um desafio à casa. 'Eu sou a viúva do filho mais velho da família Tsubakikoji. Essa casa é minha!' ...Essa é a elegante arte do conflito feminino."

Com esse começo, fica lógico que vem coisa de japonês loco por aí. Um drama vitoriano onde a cada fase, é preciso esbofetear sem piedade uma a uma as mulheres da família. Tem altos esquemas, dá pra esquivar do tapa da outra vadia e contra-atacar, mas tem que ser ninja com o mouse pra não apanhar! E a cara delas vai mostrando os resultados da surra aos poucos, ahaoihaoiahioah! Resumindo, é engraçado pra caralho, bem curtinho e dá pra fechar em meia hora, a única parte realmente foda é a chefona final que apela demais. Só clicar aqui embaixo pra jogar:

Pra quem gosta de perversão, maldade e safadeza [e tem o inglês afiado], o Strobel, um jovem garboso que estuda comigo e leva a morte nos punhos, me mostrou uma série de vídeos que eu desconhecia completamente, e que aparentemente é mais old que mandar arquivos por dcc. Foi mal aí planeta Terra, mas eu nunca tinha visto! Perdão ok. São as aventuras de Bobby e Billy, dois muleques serelepes que aprontam a maior confusão com uma galerinha da pesada etc etc. O melhor é o estilo do desenho, bem child book de várias décadas atrás, e o narrador também é mó engraçado, atóron tudoo! Esse vídeo aqui tem três episódios: Let's Go To The Party, Camping Out e Soap Box Derby.



Caso você tenha achado legalzão e queira ver mooooar, os outros dois são Earning Money e Winter Fun. E como bônus sem nenhuma relação com Billy ou Bobby, entrem em http://cristgaming.com/pirate.swf , é contagiante e engraçado! xD

Essa veio do Daniel, que é um jovem sedutor e boa-pinta lá de Blumenau, valeu man! ;D Eu não curto muito pássaros, acho meio ahn, ok, zzzzzz porque eles só ficam piando e pulando, mas esse papagaio merece uma atenção: o bicho é o tal do espertinho, fiquei de cara! Não consigo nem imaginar como se treina um papagaio pra falar as coisas. Na verdade, adestramento de animais em geral é um grande mistério pra mim. Como é que se ensina cachorros e golfinhos e todos os outros bichos a fazer essas coisas espertas? Jogando uma comida neles bem rápido na hora que eles fazem algo legal? Sei lá meoo! Pergunta pro Einstein, que ele deve saber:

the perfect angle

Essas aqui vieram de um powerpoint muito velho que eu recebi há quinze mil anos por email. De fato, dizer powerpoint muito velho já é uma redundância, não é mesmo pessoal? [/regina duarte] Eu gostei porque são perspectivas diferentes que geraram fotos curiosas, e a maioria das fotos curiosas que se vê hoje em dia é photoshopada. Talvez essas daí também sejam, mas pelo menos dá pra ver que todas são tiráveis, com um pouco de empenho ou clicando na hora certa! A única óbvia exceção é a última, com a Cybershot, que é o típico exemplo de photoshop que pira meu cabeção e me deixa no limite da sanidade, se alguém for nerd e conseguir explicar, aceito de bom corasão!


Tô indo hoje pra Jaraguá na formatura da Dani, e amanhã pretendo trancar esse modem num cofre na Suíça pra ver se eu faço algum dos trabalhos da faculdade. Segunda eu volto! o/

Aula de desenho sempre nos deixa todos risos. Rola uma descontração gostosa, enquanto você secretamente amaldiçoa seu desenho que não tá aquelas coisas, olha com inveja pros que estão desenhando bem e ri internamente dos desenhos que estão piores que o seu. Hoje foi uma pira bem massa, fomos ao CAD desenhar com cavaletes no canson A3, como artistas de verdade! A situação toda me lembrou um pouco de Harry Potter, não sei exatamente por quê. Acho que é aquela sensação da sala toda estar junta e fazendo algo diferente de sentar numa mesa e fingir que presta atenção. E tinham várias aranhas e bichos de feitiçaria no CAD, o que colaborou com a atmosfera. Daí a gente tinha que desenhar um vaso. Taí o famigerado pra vocês darem uma espiadinha:

I'M A VAAAASE SUCK MY DIIIIICK

Eu nunca fui bom em desenhar objetos. Perspectiva pra mim é armadilha de Satanás, e luz e sombra são conceitos que habitam um jardim estranho e tortuoso na minha cabeça. Mas fui na raça desenhando essa porcaria, e no final eu daria um 7 pra esse vaso porque o buraco tá parecendo uma xo**ta aberta. Tá aqui embaixo ele ó:



O meu é o primeiro da esquerda, sintam esse aroma de fail no ar. O do meio é o da Ni, que soube desenhar o buraco como ninguém, e o último é o do Anderson, que se pá foi o melhor da sala, pelo que eu andei e fotografei por lá. A foto lá de cima tirei errado, saiu muito de frente e o buraco nem aparece, mas na hora a gente tava de olho no buraco, tava sim, aham! Tem umas que eu não coloquei ainda da aula anterior, que são muinto munitas também: behold, a Cebola da Glória e o Escorredor da Redenção!

CEBOLAAAAA, CEBOLAAAAAAAAA, CE-CE-CE-CEBOOOUOOOUOOOLA! Todo mundo!

E-E-E-ESC. ESC. ESCORREDOOOOIEIEIEEEEOR! ESCORRE ESCORRE A DOOR, ESCORREDOR! TCHA!

Como faz diferença uma vinheta de apresentação empolgante e cheia de entusiasmo, né pessoal? Dois objetos completamente banais, desenhados mal e porcamente, viram ícones nacionais! Símbolos da luta de um povo, que chora cebolasticamente com as diferenças sociais, a pobreza e a fome, mas escorre toda essa tristeza e fica apenas com o que há de melhor no coração de cada um! Eu AMO escorredores e cebolas! AMOOOO! :D :D :D Espero que vocês também! Tchau, fui, até mais!

Eu fico meio relutante a postar um batch de vídeos bem legais do Youtube, porque é comum passar reto nesse tipo de post por falta de paciência ou tempo. Eu, por exemplo, sempre passo reto em posts desse tipo em outros blogs. Mas esses aqui são dignos de perder um tempinho ok, la garantía soy yo! Sintão o drama:



Esse cara aí é o Damian. Ele é completamente louco da cabeça, e os vídeos dele me causaram uma série de reações. Primeiro, nemri, achei bobo demais. Depois, vendo outro vídeo, comecei a rir sem querer. Fui vendo outros e outros e logo já estava rindo com vontade, porque ele é MUITO alucinado e essa vozinha de pato sempre me faz rir! O canal dele no Youtube, makemebad35, é um dos que tem mais seguidores no Youtube inteiro: alguns vídeos já foram vistos 2 ou 3 milhões de vezes. Taí uma prova de que basta uma câmera na mão e boas idéias na cabeça pra fazer sucesso, sem precisar de dinheiro ou altas produções. A série crazy é a mais engraçada, o psycho e o mental são os melhores!



AHAOIHAIOHAIOAHOIAHA! Só de ver o thumbnail desse vídeo eu já me mijo de rir! Esse é o Keyboard Cat, que eu descobri graças ao Strobel, boa garoto! O vídeo foi feito por outro demente da internet, um cara chamado Charlie Schmidt, que sabe dançar com o nariz[??!] e faz vídeos disso. Até aí tudo normal, mas o legal é que o Keyboard Cat virou um meme dos bons, e agora ele acompanha vídeos de tragédias ou fails, naquela tentativa de "disfarçar" o fracasso estilo Mara Maravilha [pra repor o sushto, Guaranáa...]. É VITAL E NECESSÁRIO CLICAR AQUI e ver o vídeo com o cara caindo na escada rolante com uma cadeira de rodas, que é de rir até enfartar.



E por fim, a dica da amadíssima Má, minha amiga linda, carismática e sensual que bate um papinho comigo todo santo dia na madruga boladona, beijo gatinha! ;* Taí um vídeo que me surpreendeu, pois eu não pensei que pouquíssimo tempo depois de encontrar The Lonely Island, surgiria um concorrente à altura. Esse cara se chama Jon Lajoie, e ele é um comediante canadense que compõe músicas hilárias, chegando ao ponto de DOZE milhões de views no Youtube. Se procurar direitinho no Youtube dá pra achar a maioria delas legendada em português, e se acabar de rir com as letras!

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

Cliente Analista de Sistemas e Tecnologia

Buscando uma interação cada vez mais profunda com o mercado, num óbvio experimento de branding [Sem Logo também é cultura], há clientes que procuram esclarecer nossas pífias existências de operador de caixa com seu conhecimento atrevido e profundo das tecnologias mercadológicas atuais. Trocando em miúdos, esse é aquele que gosta de dar palpite na porcaria que chamamos singelamente de “sistema”.
- O que foi, tem algum problema no meu cartão?
- Nem, esse pinpad que é meio ruim mesmo =| *esfregando cartão de crédito furiosamente na máquina*
- Ahnn... O sistema daqui também é meio devagar né?
- É porque o mercado está cheio senhor, aí ocorre um congestionamento ¬¬
- No Big é mais rápido, acho que eles usam Linux lá... [é é, fiiica quieto]
- Humm sei não hein... aqui pronto passou o cartão de crédito brigado boa noite tchaaaaau próximo! =|


Cliente Filthy Rich

Esse não causa um ódio específico, apesar de muitas vezes ser arrogante. O grande problema com ele é que ele é PODRE de rico, e eu sou PODRE de invejoso. Alguns ganham, só de Vale Alimentação, 1000 reais. O DOBRO do meu salário só pra comprar a lingüiçinha e o chocolate suíço de todo mês. Nessas horas eu assumo uma carranca socialista e passo as compras enquanto reflito sobre a distribuição estapafúrdia de renda do mundo capitalista atual, limpando eventualmente a baba de raiva que escorre sem querer ao pensar naqueles malditos sentados em um escritório 5 horas por dia e ganhando 3 vezes mais.


Cliente FILHO DE UMA PUTA

O último da série. Esse mala, desgraçado, miserável, reúne as piores características dos outros tipos todos: é um grosso(a) mal-comido(a) dos infernos, não cumprimenta, não sorri, fica brabo se eu pergunto sobre o cartão Angeloni [“não tenho e não vou fazer nunca na minha vida!”], joga as coisas na esteira desordenadamente, reclama dos preços e das sacolas, paga em cheque, reclama da demora pra verificar a procedência do mesmo e diz que o mercado é uma porcaria. Finalmente, faz uma das coisas mais LAZARENTAS que uma pessoa pode fazer com um operador de caixa: FICA OLHANDO ENQUANTO EU EMBALO TODAS AS COMPRAS. Não existe NENHUM jeito de deixar um operador mais brabo do que este tipo de atitude mesquinha e desprezível. Esse por mim podia ser estuprado, chicoteado e jogado numa fogueira, acesa. Eu assistiria comendo pipoca com nescau.


E aqui chega ao fim essa série, onde todos puderam conhecer a fundo as situações que um pobre operador de caixa é obrigado a enfrentar. Se pá vou escrever uma sobre as loucuras de uma loja de celulares/assistência técnica, assim que vier inspiração...

Parte 1
Parte 2
Parte 3



Cliente No Limite

Bastante irritante no geral, essa espécie de comprador chega ao caixa e anuncia tolamente: "moço, não pode passar de trinta reais". Minha língua e lábios movimentam-se rapidamente para articular a frase "E eu com isso? Vai tomar no meio do teu cu =]", mas são contidos pela moral e bons costumes arraigados na minha educação. E aí começa a palhaçada. Essa gilete vai, essa mandioca não vai, será que com esse açucareiro passa de trinta? Sem falar que essa estirpe [que por sinal, não vingará, e isso é uma piada semi-interna] costuma vir armada das mais bisófilas e morféticas formas de pagamento, estilo "olha moço tu passa dezesseis reais no cartão de débito, cinco no ticket alimentação e o resto te dou em moedinha que eu tenho aqui". Wtf mesmo...

Cliente Beesha

Ai querida, joga mais purpurina porque ele chegou. Chamar todos de beesha tem seu lado preconceituoso, porque no meu caixa já passou bichona louca, gay, homossexual, biba e outras categorias afrescalhadas. A bichona louca compra comida e bebida pra fazer fextinha, é escandalosa e tosca. O gay é a bicha chique, que faz-se notar pela voz ligeiramente afeminada e aparência. Normalmente tá acompanhado [de um amigo, LÓGICO]. Pra falar a verdade, o número de casais gays me supreende na verdade: passa pelo menos um por semana. Eles compram coisas abertamente viadas, como um casal que comprou um jarrão de creme de massagem, TRÊS bisnagas de lubrificante e diversas camisinhas, texturizadas e agradáveis ao paladar. E uma garrafa de vinho pra desbaratinar. O homossexual é o enclausurado, que não saiu do armário mas transparece em alguns trejeitos [eu owno linguagem corporal, por isso eu sei. procure não se mexer muito perto de mim porque vou ler suas emoções e pensamentos através de seus gestos e postura, e chantageá-lo pra obter dinheiro] que entregam sua boiolice. Ele compra... sei lá o que ele compra. Chega de falar desses putos também.

Cliente Criança Burra

Curto e grosso esse porque nem tem muito o que falar. São aqueles filhotes de cruz-credo que vêm encher o saco sozinhos ou acompanhados dos pais. Apertam botão que não pode, perguntam de tudo, derrubam comida, fedem, choram, enfim, existem e atrapalham de qualquer forma. Tem criança que cisma em me entregar, na mão, cada item da comprinha do papai. Minha velocidade de atendimento cai de 3 itens por segundo pra 5 itens por minuto, o pai faz cara feia pra mim por ser lerdo e manda beijinho pra criança mongolóide, e eu imagino em silêncio os dois sendo abusados sexualmente por uma família de gorilas no cio. Pior foi uma antinha que uma vez chegou no meu caixa e largou um bombom. Aí eu "tu quer esse bombom? =D [ainda sendo simpático]". Ela "uhum :3" Aí eu passei o bombom. Beep. "Quarenta e quatro centavos." "Ah, mas eu não tenho dinheiro! \o\ *sai correndo*". E me deixa ali, com o bombom na mão. Antes fosse uma granada.

Parte 1
Parte 2


Cliente Amo-Big-Mas-Venho-Aqui

Auto-explicativo. Causam uma vontade incontrolável de empanar o próprio órgão sexual em areia e pó de vidro pra comer o CU dos miseráveis. Se no Big é mais barato, se a sacola lá é melhor, se os caixas são mais educados, se o sistema lá é mais rápido, se as verduras são mais bonitas, se o estacionamento é melhor, então o que diabos você está fazendo no Angeloni, pederasta dos infernos?/!1/!?!? Atravessa a porra dessa rua e vai pro Big! Imbecil! Mas atravessa de olhos fechados e a passos lentos, pra ver se uma Kombi encerra essa tua existência patética.

Cliente Estrangeiro

Esse divide-se em dois tipos: o de verdade e o por acidente. Os de verdade costumam vir do Uruguai, Chile ou Argentina [embora ontem eu tenho atendido uma italiana que falava "va bene"], gastam bastante, se batem pra contar as notas e sempre levam de presente um desajeitado "gracias, buenas noches" meu. Os estrangeiros por acidente são cidadãos genuinamente brasileiros, que por desgraça divina nasceram sem a capacidade de exprimir palavras coerentes e audíveis. Pode ser um dom também, porque muitas vezes eu gostaria de não saber falar, pra não ter que dizer coisas desgradáveis dos outros. Mas eles entram no rol porque geram estresse quando eu pergunto "crédito ou débito?", recebo um "grwargh" como resposta, passo no crédito e tenho que cancelar o cupom porque grwargh, na língua dele, significa débito.

Cliente Oi, seu Tim tá Vivo? Claro!

Coloco aqui não por serem irritantes [embora alguns sejam], mas por serem uma espécie curiosa e bizarra. Eles vêm empurrando o carrinho ou carregando a cestinha com uma mão, e na outra o celular, colado na orelha. E aí começa o talk show on mute. Eu faço gestos que na língua corporal universal significam "boa tarde, tem cartão Angeloni, senhor(a)?", e eles fazem caretas engraçadas e me dão o cartão. Colocam umas coisas na esteira, páram pq se empolgam com a conversa, voltam a colocar, eu acabo de passar tudo e fico olhando pro cliente, pra tela aonde está o valor total da compra e pro cliente de volta. Essa parte é meio desesperadora, ele atrapalha-se pra abrir a carteira e falar ao mesmo tempo, e normalmente acaba jogando um bolo de notas ou um cartão. E voltamos ao dilema da criação: crédito ou débito? Eu escrevo em um papel "cred deb" e mostro a ele. Ele emudece por um instante ao telefone, obviamente impressionado com minha sagacidade, e faz um xis ou aponta a opção escolhida. Nem todo método é perfeito: um dos clientes pegou o papel, a caneta e ficou fazendo vários círculos em volta do "deb". Não o culpo, rabiscar enquanto fala ao telefone é algo que todo mundo já fez. Coloco tudo nas sacolas e eles se despedem com um joinha aliviado e um meio sorriso. Eu joinho de volta né, fazer o quê.

Parte 1


Cliente Possessivo Psicótico - Esse tipo provoca uma raiva estranha, daquelas que dá vontade de esbofetear alguém gritando "PÁRA DE SER BURRO, SUA ANTA!". Ele coloca as coisas na esteira enquanto eu acabo de passar as últimas coisas do outro cliente. A esteira faz o que é inerente a toda esteira, ou seja, ela ANDA. SE MEXE. Traz as compras pra perto de mim [ounn venha a mim, querido frango congelado]. O que é que esse acéfalo faz? AGARRA A PORRA DAS COMPRAS como se eu fosse atirá-las no chão e cuspir em cima praguejando. Fica colocando os pacotes pra trás, inutilmente porque a esteira puxa tudo de volta NO MESMO INSTANTE. Cara, é simplesmente enlouquecedor ver alguém agindo dessa forma. É como ver alguém fazendo um castelo na parte de areia dura e molhada, aí vem uma onda a cada 10 segundos e desmancha, e a pessoa faz de volta e GAHRGRAHGGAHR. Ou então, fica com aquela cara de desconfiado/brabo, com uma mãozona entre as compras do outro cliente e as suas, e histericamente avisa que "ESSE ARROZ AQUI JÁ É MEU, MOÇO! Õ__Ó". Gostaria que todos fossem levados pra um campo de concentração na Sibéria e forçados a secar gelo com flanelas até o fim da vida. E estuprados também porque eles me dão muita, mas muita raiva. Argh.


Cliente Rebelde - O mercado é seu pior inimigo. Ele procura incansavelmente produtos com preço não-declarado na gôndola, ou produtos com dois preços diferentes, porque "é direito dele pagar o mais barato não importa qual seja o preço no código de barras". Tudo é direito dele, aliás. Provavelmente pensa que ir ao mercado e tocar o terror lá dentro é um direito assegurado por lei. Ele pede mais sacolas porque "está pagando e pode pegar quantas quiser". Ele faz questão de entregar o cheque sem assinar, na ânsia doentia de que algum operador inexperiente peça pra assinar antes de preencher. Aí ele se erguerá e vociferará "EU SÓ ASSINO DEPOIS DE PREENCHIDO!", como se fizesse qualquer diferença, vai ter que assinar mesmo. A não ser que ele imagine que eu vá pegar o cheque em branco assinado e sair correndo do meu caixa, ali no meio do mercado mesmo, pra gastar tudo no shopping. Só de lembrar desse tipo de situação, aqui enquanto escrevo, começo a babar de raiva incontrolavelmente. Gostaria que todos fossem submetidos a trinta e seis dias de trabalho no Angeloni, num caixa especial, que atenderia apenas ex-operadores de caixa [a fins de vingança, mwehehe] e quaisquer pessoas que tivessem algum tipo de direito a reivindicar. Olho por olho, dente por dente, a melhor justiça que existe.

Cliente Gozadão - Esse é o que acorda, dá um beijinho de bom-dia no Bozo e vai pro mercado. São os grandes comediantes que fazem do nosso dia algo muito mais risível, com piadas do tipo "ah já sei! sua mãe tava vendo sessão da tarde, e te colocou esse nome! :D" ou "você é primo do Bryan Adams? :DD" ou "que caro esse pão hein! é de ouro? :DDD" ou ainda "esse chuchu tá barato pra chuchu! [jesus me ajude, até isso já me falaram] :DDDDD" Pois então, no caixa infelizmente me é vetada a opção de resposta, mas aqui eu escrevo o que quero, então eu responderia mais ou menos assim: "Bryan era o personagem de um livro que meu pai gostava. Se dependesse da Sessão da Tarde eu me chamaria Daniel-san ou Didi Mocó. Sai daqui de uma vez José, inveja é feio ;D" ou "se todos os primos tivessem nomes iguais, o mundo inteiro se chamaria Abraão e Samira, ou qualquer merda assim" ou "o pão não é de ouro, você que é favelado mesmo ;x" ou ainda "meu, essa do chuchu foi tão ruim que eu nem sei o que responder. sai logo daqui, nem precisa pagar, só vai embora". Quem me dera poder responder.

UPDATE: Várias pessoas me disseram que não acharam o espaço secreto espião, então corrão lá pro final do post que agora tem screenshot!


Daí que essa dica do Google em relação ao Obama, como vimos no post anterior, me lembrou de uma brincadeira que o Gu me mostrou uma vez: escolher algo pra digitar na barra de pesquisa e tentar acertar quais sugestões de pesquisa vão aparecer! Note o ESTILO da brincadeira dos piá de prédio, se divertir toscamente é com a gente mesmo, ahaha! Colocar apenas uma letra até que é legal, aparece todo tipo de coisa. Mas daí pensei em tentar algo mais específico, pra entender em detalhes como é que esse povo usa o Google. Os resultados são os seguintes:

Queria. Quais seriam, afinal, esses desejos do usuário de internet brasileiro? Aparentemente saber voar, mudar, muda, ser um baseado ou uma lagarta. Tudo letra de música, descobri com tristeza: já estava aqui me imaginando como um baseado, pensem vocês.


Preciso. Preciso é a keyword dos pedintes, que imploram por ajuda, dinheiro, magreza, ajuda SBT e Silvio Santos, e desabafar. Mas a grande maioria, 9 milhões, precisa mesmo é de você. Ounnn!


Enfiar. Taí um verbo que eu acho muito feio, e só uso quando necessário. Mas várias pessoas gostam de enfiar devagar, algumas de enfiar cenoura, umas poucas enfiam a viola no saco e diversas têm medo de engravidar ou perder a virgindade enfiando o dedo. Ai que susto!


O verbo to be. A essência do ser. Éééé! 62 milhões de pessoas acham que é fácil, tô precisando conhecer essa galera otimista ok! O "e torpedo" verifiquei ser um site paia, que nem SMS pra Vivo consegue mandar, e o "é xeke" só vendo pra crer. É o tchan marca presença firmeza, fui olhar o artigo da Wiki deles e descobri que eles lançaram 43 singles desde 1996, incluindo os hits Arigatchan, Festa do Passe a Mão, Kawasaki, Talquinho e Cacuratchan. Quem foi que disse que baiano é preguiçoso?


AHAHAHAHAHAHA! Conciso e singelo: dei o rabinho, dei o bumbum. Duas opções.


"Como" deve ser a pergunta mais feita na internet por mim. Tudo que eu não sei fazer, corro pra net pra aprender. Uma vez eu e o Dox aprendemos online como trocar uma resistência de chuveiro, super descolados! Por aqui, nego quer mesmo é hackear orkut, ganhar dinheiro e fazer sexo. E fazer MSN! Que burros, ter que procurar como fas!


E por fim, o "comi" deixaria qualquer religioso de bíblia em pé: é um festival de obscenidades, atóoron perigo gentem! Tem menina de 10 a 13 anos, velhas, virgens e até crente! Velhas, virgens ficou engraçado xD xD xD


Durante minha pesquisa árdua, aprendi também que o Google não dá sugestões pra completar palavrões, tipo buceta, xoxota e pênis [esse último nem palavrão é, mas ok]. Se tu colocar só "xoxo", já aparecem várias alternativas, e "xoxo gossip girl" também, ahaha! E pra finalizar, uma descoberta mística que eu fiz enquanto brincava com a home do Google: Se tu clica e arrasta o mouse pra selecionar a página, à esquerda da barra de pesquisa, há um espaço secreto te espionando bem ali! É como aquele quadradinho preto que assombrava a esquerda superior de alguns Gmails por aí. Muita paranóia e conspiração!

Fim dos tempos?



Estava eu lá remexendo no meu fotolog antigo, pois o assunto veio à baila durante a Páscoa e rolou uma saudadezinha. Pois acessei o bendito depois de tanto tempo longe, reli várias coisas que escrevi, e a saudadezinha passou bem rápido, ahaoiah! Era um chororô de adolescente emocore que eu vou te contar, hoje em dia é engraçado demais. Será que a vida vai ser sempre assim, e daqui a alguns anos eu vou rir dos posts daqui? Sei lá! O que interessa é que eu achei uma série de textos que eu nem lembrava que existia, onde eu descrevo em detalhes os clientes que passavam no meu caixa quando eu trabalhava no Angeloni. E eu ri pra caralho relendo, que vidinha tragicômica que eu tinha! Vou simplesmente ter que repostar aqui. Mil desculpas pra meus leitores fiéis que já leram na época do fotolog, pulem esses posts e leiam os outros! Vou dividir em partes porque o baguio é nervoso. Aí vai a parte 1 de 5:


Cliente Caipira - São aqueles pobres diabos que vêm ao Angeloni [na cidade grande] pela primeira vez [oriundos de Gaspar e Ilhota, geralmente]. Eles perguntam aonde estão as coisas no mercado, têm MEDO da esteira rolante ou ficam brincando pateticamente com ela, sentem-se ofendidos quando você solicita o cartão Angeloni ["maz eu kero pagá em dinhero!" - "senhor, o cartão é só para pontuar as compras" - "bahhh esses ponto não valem de nada"], têm centenas de crias ranhentas e pedem "sacola reforçada porque vão andar 6 quilômetro a pé". Desses, sinto pena, apesar de várias vezes me levarem à exasperação. Gostaria que todos voltassem pra roça e continuassem a fazer compras na quitanda.


Cliente Noob - Aquele que não sabe de nada. Pergunta se as verduras são pesadas no caixa, pergunta o dia da fatura do cartão, pergunta como é que se usa o cartão, pergunta pra quantos dias fica o cheque, pergunta se não tem ninguém pra ajudar a ensacolar, pergunta até que horas fica aberto, pergunta como se pronuncia meu nome, enfim, é um PORRE. Gostaria que todos ficassem de lado ou perambulando pelo mercado, olhando as pessoas normais e espertas fazerem compras, pra ver se aprendem alguma coisa.


Cliente Autista - Estaciona o carrinho, mas antes pergunta se o caixa vai fechar [mesmo que eu esteja com a luz acesa, portão aberto e sentado no caixa com a cara mais óbvia de venham-a-mim-clientes-amados. Não responde ao boa-tarde/noite. Joga o cartão na esteira. Coloca os produtos todos amontoados. Ensacola-os todos antes de efetuar o pagamento, seguindo um padrão absurdo conhecido apenas por ele mesmo ["não não, esse leite de coco não pode ir junto com o molho de tomate. é melhor aqui com a ração do cachorro"]. Na hora de pagar, usa cartão de débito e cobre o teclado com as mãos para que NINGUÉM veja sua senha. Confere a nota fiscal ITEM POR ITEM, soma o valor, conforma-se e vai embora sem responder ao meu "obrigado e uma boa tarde-noite para o senhor". Gostaria que todos fossem enclausurados num quarto hermeticamente fechado, com o chão encharcado de tíner e alvejante pra cheirar até jorrar sangue do nariz e ouvidos.

at first I was like...

Essa série de desenhos é um pouco velhinha, quem é nerd já viu por aí a versão original. Ela foi criada por um designer gringo chamado Matthew Inman, eu acho ela bem válida e engraçada, e tomei a liberdade de traduzir pra que todo mundo possa entender! É só clicar nas imagens pra abrir o resto:







whate is de brodeehr

Ah véi. Eu tava indeciso se postava essa tosquera aqui ou não, porque além de ser OLD é muito ruim. Mas essa música infernal e seu samplerzinho besta não saem mais da minha cabeça. Então amaldiçoarei a todos com essa nobre canção. Com vocês, Ednaldo Pereira estrelando What is the brother:



A introdução super metalinguística mostra Ednaldo ligando uma televisão, devidamente encarapitada em seu rack que veio de brinde das Casas Bahia, e na telinha aparece quem? O próprio! Uma pira LOUCA. Ele nos cativa logo de cara, pois é de um carisma magnetizante o olhar de Ednaldo. Nosso rei se apresenta e fala um pouco de sua vida e carreira, intercalando as informações com uma careta que parece alguém tentando chorar, gritar e rir ao mesmo tempo. Ele mora no distrito de Cachoeira dos Guedes, município de Guarabira, cidade... acendida? assim dita? acém pica? Não consigo entender. Mas fica no ishtado da Paraíba. "Tenho mais de um CD gravado [AHAHAHA não agoeento! mais de um CD é quanto? Um CD e dois singles?], tenho, *acena afirmativamente com a cabeça* clips,

...e aí corta pra cena da rua que ninguém aguenta mais essa tortura. Aqui vemos diversos personagens de Cachoeira dos Guedes em flashes, só gente bonita, e Ednaldo atravessa a feira como um furacão, entoando o brado "uáte is de bródehr, uáte is de bródehr, uma fratéhrnidaaadi". Close no mendigo rastafari, e aí corta pra onde? Pro ASILO, É LÓGICO! Os velhinhos, aterrorizados, nem esboçam reação. Estão congelados de medo. Ednaldo logo aparece com seus óculos, brilhando como um diamante, numa geração mahr-can-ti. Close na velharada com cara de nemri. Corta pra Ednaldo SALTITANDO em volta da estátua de Padre Cícero ou sei lá quem é esse santo. "A caridadi a sérviçu da bondadi". Close na estátua fazendo joinha. Corta pro lixão. Ednaldo se acaba de dançar. Um quadrúpede não-identificado rola de costas no chão. Vítima da música, provavelmente. Ednaldo roga para que mudemos "esse sistema, de vida que de fato está, não podemos assim conTINUÁHR!". Corta pro barbeiro. O pobre rapaz não sabe onde enfiar a cara enquanto apara os 58% de cabelo que ainda restam no coco de Ednaldo, e promete a si mesmo que nunca mais vai ficar devendo favor a esse carequinha. Carequinha este que NÃO PÁRA DE CANTAR. Nem durante o corte de cabelo. "Vamos procuráahr, viver em igualDÁH-DI!" Corta pro colégio. As crianças abanam para a câmera, ao redor de Ednaldo.

Depois disso, a coisa toda descamba pra um barroco trash. Cenas de Ednaldo ao lado de cruzes, jesus ensanguentado, santos, virgens, mais cruzes, cemitério, o tecladinho martelando a mesma sequência de 5 notas da música inteira, Ednaldo beija o mamilo de Jesus ensanguentado, um lens flare corta o céu ao entardecer! De boa, só faltou uma EXPLOSÃO nessa merda. MEU QUE LIXO ESSE VÍDEO! AHAHAHA! Mas calma, preciso continuar. Ednaldo está de volta à televisão e ao aterro sanitário, os mano catador de lixo fazem umas poses de mau e o quadrúpede de antes revela ser um cãozinho, que está vivo e passa bem. E é nessa hora que o teclado decide mostrar a que veio. Segue-se um dos solos MAIS HORRENDOS que eu já escutei nessa vida, acompanhado de várias imagens repetidas, pois o responsável pela edição deve ter falecido durante o processo e alguém entrou no lugar só pra terminar a cagada. Obrigado Digivideo, fico feliz de saber que vocês produziram essa temeridade e assinaram embaixo ainda, corage.

É facilmente percebível que eu cheguei bebaço ontem no estágio saudoso/nostálgico/amoroso no post anterior né? Vamos abstrair, vamos abstrair! Também não quero cansar ninguém, mas faz-se necessário um segundo post cinematográfico na mesma semana. Porque ontem eu e o Gu vimos um dos filmes mais ruins já produzidos na história do cinema: The Ruins! [trocadilho maroto heinn]

até a legenda tentou nos alertar: socorro! tolos que fomos, não demos atenção.

A gente já tinha começado a ver esse filme numa noite de muita piração e drogas pesadas, mas desistimos por ele não parecer muito promissor [imagine só]. No começo do filme um grupo de 4 americanos, de férias em um resort mexicano de luxo [como se isso existisse], encontra um gringo que passa um papo neles sobre visitar uma ruína maia ali por perto. Totalmente do nada eles ficam melhores amigos, entram na pira e até fazem um luau de noite pra mostrar como estão felizes e empolgados! No outro dia, todo mundo no jipe e bora pras ruínas. Com todo mundo eu quero dizer o guia deles, mais o gringo, mais os protagonistas, que eu vou apelidar de Loirinho, Putinha, Monguinha e King dos Blasé, por motivos a saber.

Chegando lá, encontram uns índios super agressivos que gritam, ameaçam e parecem muito brabos por eles estarem lá. Rola uma tensão, a Monguinha faz a prestativa e resolve tirar foto de tudo pra colocar no Facebook, e os índios fazem RAAAWR e entram em exalted rage of the thunderstorm! O guia, numa tentativa de acalmar, pega a câmera da Monguinha e tenta entregar pra eles. Ele é recebido dessa maneira aqui:

TCHUNK!!! Tome-lhe flechada no s2! Atenção para Monguinha super shocs lá atrás

Depois da flechada ele ainda levou um balaço na testa, violênsia pura! Todos entram em pânico e correm pras colinas pra cima da ruína. Esta parece ser muito antiga mesmo, e está coberta de uma vegetação que à primeira vista parece maconha da boa. O gringo decide ir explorar lá embaixo, dentro da pirâmide, pra encontrar um celular que fica tocando. Ninguém consegue pensar em nada melhor, pois os índios montaram acampamento e não os deixam sair dali. E é aí que começa a interminável sequência de burrices que é esse filme.


O "ploft" que esse cara fez ao cair no chão me deu um frio no pinto dos grandes. Pelo menos a sonoplastia era boa. Nesse furacão de emoções, geral decide que alguém tem que ir lá ajudar: Putinha, eu escolho você!


Sim. A corda não era grande o bastante, daí essa jumenta precisou pular de uma altura de quase DOIS METROS, WOW! e conseguiu se estabacar e machucar o joelho TAMBÉM. Ela constatou que o gringo havia fraturado a coluna. O que fazer? Mandar ooooutra pessoa pra ajudar! No caso, a Monguinha, com uma maca improvisada que eles construíram. A cena das duas levantando o coitado e colocando na maca é hilária, mas a coluna dele faz barulhos que me deram um frio no pinto tão intenso que meu sêmen congelou e eu vendi pra um banco de esperma. Depois de subir, deitaram o gringo num canto com uma mantinha em cima e foi todo mundo pras barracas. Nessa hora, com várias pessoas mortas ao redor, outras machucadas, índios agressivos e muita paranóia, Putinha resolve justificar seu apelido!


SIM! Essa quenga bateu uma punheta pra seu namorado Loirinho, pra dar aquela desestressada! Com a Monguinha deitada DO LADOOO! AHAHAHA me acaaaaaaabo com esse filme. Na manhã seguinte, o horror: um tentáculo da planta que cobria a pirâmide estava infiltrado dentro do ferimento do joelho de Putinha! NOJO. Mas corajosamente eles puxam o troço pra fora, e nessas alguém resolve ver como está o gringo. A planta comeu boa parte das pernas dele e só sobrou umas carne e os ossos! NOJO TOTAL. E notem que até agora, uma pessoa não foi mencionada: nosso amigo King dos Blasé. Isso porque frente a esse festival de sangue, tragédias e desespero, A TUDO este homem reagia assim:

Guerras na Palestina. Crianças com fome no Congo. Reta final do BBB 9. Nada demovia King dos Blasé de sua inexpressão absoluta. Em toda a sua frieza, ele decide ajudar seu amigo gringo:

-fica tranquilo, já fiz isso antes

E o gringo sofreu, chorou e gritou que nem uma mulherzinha. Há um riqueza de detalhes nessa cena que eu preferi não retratar porque né, desnecessário. Nisso os dois "homens" resolvem que as duas mulheres precisam ir lá embaixo achar o telefone. As pobres moças, fragilizadas e morrendo de medo, uma delas com o joelho machucado, precisam honrar o peru que elas não têm no meio das pernas e vão. Acontece isso:

A planta está VIVA! Se mexendo! Fazendo som de RINGTONE DE CELULAR pra atrair suas vítimas! Atacando Monguinha sem piedade!

As duas fogem loucamente e chegando lá em cima, é preciso explicar pra seus projetos de macho o que aconteceu. É algo bem lógico e racional, plantas que se mexem, atacam, bebem sangue e são capazes de copiar sons ao seu redor. A conversa é rápida e direta:

O medo se instaura. Todos temem por seus orifícios, pois a planta VAI entrar e VAI te comer. Depois disso eles começam a... Bah, sabe do que mais? Esse post já tá muito grande. Acho que não vou contar o final. Assim todos serão obrigados a assistir! MWAHAHAHAHAE! Sou mais malvado que a plantaaaaaa! Tchau!

chaotic evil!

Fotos bestas de novo! And that's pretty much it.


O Yoshi tá de NIKE.


Taí uma boa razão!


Yo


-QQQQQQQ


AHAOIHAIOHAIOHA! Cachorro sempre me faz rir, é infalível


A cara dele é tão genuína, dá até um orgulho de presenciar esse momento


E Jesus nem o cinto colocou, BELO EXEMPLO HEIN


eu queria muito lembrar o fotolog de uma menina que tinha a cara bem assim!


TENSO


Me too honey, me too.


Falei que existia? xD